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Lilypie Second Birthday tickers

terça-feira, 19 de junho de 2012

Organizando a bagunça!!!

Bom, há algum tempo já estou prometendo dicas de organização, e hoje vou falar um pouco sobre isso. Como aproveitar o espaço, sem perder o foco: deixar a criança a vontade. Eu sou super organizada e metódica com as minhas coisas, e não tem jeito as crianças observam tudo, e era de se esperar que a Elô ficasse igualzinha a mãe. Percebi que a bagunça irritava ela, que deixar os brinquedos numa caixa era confuso para ela e para mim, para escolher e achar os brinquedos.

Aqui em casa, todos os brinquedos ficam no quartinho dela, claro que não consigo organizar todos de uma só vez, então faço o seguinte: de tempo em tempos, guardo (escondo) aqueles brinquedos que percebo que ela não esta dando muita "bola" mais, e assim vou fazendo essa "troca", quando percebo que ela já esta enjoando, troco os brinquedos, isso é bem legal, porque quando ela vê aquele brinquedo que faz um tempão que ela não brinca, ela fica super feliz, parece que ganhou um brinquedo novo!!!

Uma coisa que me ajudou bastante na organização, foi esse Organizador da marca Plasútil (não estou ganhando pra fazer propaganda tá). Mas é que é bom mesmo e está super barato, comprei mais esses dias pela loja virtual deles.


Essa foto faz tempinho já, mas da pra ter uma idéia de como funciona. Você pode separar os brinquedos por categorias, e o legal é que a criança consegue visualizar quase todos os brinquedos, ela não precisa bagunçar para pegar o que ela quer. Hoje por exemplo comprei mais um kit desse porque quero deixar alguns só para os livros. Hoje nós temos uma parte só de livros, outras só de : lápis, giz, réguas para desenhar, massinha..etc, outra parte só de ítens de cozinha, outra só de acessórios para as bonecas, e uma só de jogos, mas não esta sendo suficiente.


Na época o quartinho tinha esse tatame de EVA porque ela passava muito tempo no chão, depois trocamos esse tatame por uma mesinha com cadeirinhas.






As bonecas ficam num berço, mas também já vi pessoas que colocam uma mini rede para deixar as bonecas, fica legal também.


E depois surgiu a necessidade de uma penteadeira, é ótima porque tem gavetinha, ai tudo que é acessório de cabelo dela e das bonecas ficam nessa gavetinha da penteadeira.


 


O importante na minha opinião é nada ficar "solto" ou "jogado" mas tudo ter seu lugar para guardar, seu cantinho e principalmente acessível para a criança pegar sem depender de um adulto, ela se sente mais livre e a vontade.

E em relação a limpeza, dessa forma em que tudo tem o seu lugar e nada fica jogado fica bem mais fácil para limpar também. Como a Elô é alérgica não utilizo tapete no quarto dela, só uma cortina de um material que eu nem sei o nome, coisa de vó, ela é super simples e prática, parece uma rendinha. Nada de coisas pequenas em cima da cômoda, apenas porta retratos e também o organizador da Plasútil é super pratico para limpar por ser de plastico, basta passar um paninho úmido e fica tudo certo.

Espero que tenham gostado das dicas!!!! Beijos

sábado, 19 de maio de 2012

Dia da Família

Eu gosto muito de comemorações, mas não gosto de todas as datas comemorativas, pois sabemos que são puramente comercial. E ai que depois que me tornei mãe e minha princesa entrou na escola, ficava imaginando ela se apresentando ou fazendo qualquer gracinha que fosse para mim na comemoração do Dia das Mães. Porém quando ela entrou no berçário já era mês de Setembro e havia passado as datas de Dia das Mães e dos Pais. No ano seguinte eu pensei: ai que legal, pelo menos a primeira apresentação dela no Dia das Mães vai ser bem legal, pois ela já está maiorzinha, já anda, alguma dancinha pelo menos vai sair e eu vou filmar tudinhoooooooo. Mas para minha surpresa justo na minha vez, a escola anuncia "a partir desse ano não comemoraremos mais dia das mães e dia dos pais, faremos o Dia da Família, por entendermos que o modelo da família mudou muito nos últimos anos e não queremos causar constrangimentos para as crianças".
Fiquei decepcionada!
Tudo bem eu também detesto imaginar como se sentem as crianças que não tem aquele "padrão" de família e como elas se sentem nessas comemorações, principalmente as que perderam os pais, não gosto nem de pensar. Mas todo mundo tem um momento egoísta, eu tive o meu em pensar: puxa vida justo na minha vez resolvem abolir essa comemoração! Mas logo passou.
O primeiro Dia da Família foi nas instalações da escola mesmo, num sábado a noite, e cada classe preparou uma filmagem deixando uma mensagem para a família. Porém como a Elô estava doentinha naqueles dias ela ficou uns 15 dias sem ir na escola, conclusão - Eloise não apareceu na filmagem. Tudo bem foi superrrrrr legal ver outras crianças mandando mensagens para suas respectivas famílias e elas por sua vez emocionadas,.
O segundo Dia da Família foi hoje, este ano eles escolheram um parque da cidade, e o evento foi bem cedinho, fomos eu, papai, Elô, titia Nine e meus pais, e eu confesso que gostei da ideia. Eles preparam atividades recreativas com bolas e bambolê, brincamos, foi bem legal, tirando que no começo a Elô estava super tímida e não queria brincar e só se soltou depois que acabou o evento....normal, Eloise demoraaaa para se socializar. Gostei porque pude conhecer a família das outras crianças e conversar melhor com as mães que não conhecia. A única coisa que não achei legal foi o som, ela umas musicas tipo "puts puts" e estava muito alto, acho que isso deixou as crianças muito agitadas. Outra coisa também que vou sugerir é que eles promovam mais atividades com os pais e seus filhos, pois hoje a maioria das atividades foi só pais e as crianças ficaram separadas em outras atividades, conclusão> os pequenos não queriam ficar sem os pais, acho que eles pensaram: perai vocês estão aqui e eu tenho que ficar com a tia que vejo a semana inteira!!!Então vou sugerir que da próxima vez façam mais atividades que envolvam pais e filhos juntos.


E vocês o que acham dessa nova forma das escolas comemorarem essas datas????? Deixem sugestões de atividades entre pais e filhos para eu levar na próxima reunião...

Bjosssssssssss

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Lições que podemos aprender com as crianças...

De todas as maravilhas de ser mãe, de gerar um filho, as sensações, as emoções, o que mais me fascina é a convivência com uma criança, você aprende todos os dias, é um exercício diário de amor e paciência, todos os dias eu poderia escrever uma lição que aprendi com minha filha.

Vou contar a lição de hoje:

Eu e várias pessoas que convivem com a Eloise usam óculos, então ela acha o máximo, se descuidamos ela pega e coloca, o que não é legal e pode prejudicar a visão dela. Uma vez cheguei a ver um óculos de sol numa ótica, mas era caro (pelo menos para o meu bolso) e deixei passar. Hoje depois que peguei ela na escola fomos passear numa feira de malhas que está acontecendo em um shopping na cidade, eis que lá tinha uma barraca com vários "cacarecos" eu adoroooooooo, adivinha o que tinha? Óculos de sol infantil. Quando a Elô viu os óculos ela abriu um sorriso lindo e não pensei em duas vezes para experimentarmos, ela estava radiante, experimentou vários e escolheu dois, eu ajudei a escolher no desempate. Além de realmente ser bonito o preço era mais lindo ainda: R$ 5,00!!!! Isso mesmo cincão. Eu mesma deu o dinheiro para ela ir até a vendedora e a incentivei a falar sozinha que havia escolhido aquele óculos e a pagar. Gente juro que deu vontade de filmar a cena, mas eu me segurei. Ela ficou tão, mas tão feliz que tenho certeza que não trocaria aquele óculos por nenhuma boneca da Baby Alive, Barbie, nem lançamento da Fisher Price, por nada!!!! Crianças não tem maldade em querer o brinquedo mais caro, ela simplesmente quer, independente do preço, isso não importa para ela.
Você já parou para pensar se compra brinquedos que seu filho realmente precisa ou se compra brinquedos que na verdade quem queria ter é você?! E sabe qual o resultado disso? Crianças cheias de brinquedos caríssimos, porque tem pais que ainda acham que compram os filhos dando brinquedos caríssimos sendo que eles nem tem noção disso e de tanto brinquedo que a criança tem ela não consegue brincar com nada e não consegue se satisfazer, é um consumismo desenfreado.
Nós adultos também, será que compramos o que precisamos ou o que queremos mostrar que podemos ter?!
Tá tudo bem eu me segurei para não filmar ela comprando o óculos, mas não pude deixar de registrar ela se "achando gatinha" com o óculos de cincão....kkkkkk

É para se pensar!!!!

Bjos!


Percepção dos nossos filhos a nosso respeito

Hoje quando deixei a Elô na escola pude observar no corredor um quadro da classe dela com o título: Meu presente para minha mamãe....E vários recortes de revistas com os respectivos nomes dos alunos. Eu tenho o privilégio de conhecer muitas mães dos amiguinhos da Eloise e pude observar que todos eles escolheram figuras que representam o "presente" deles para as mamães e que os presentes tem a cara da mãe deles!!!!

Meus olhos procuravam o nome da minha princesa e meu coração acelerado... e para minha surpresa ela havia escolhido um sapato com listras bem coloridas com um salto baixo e grosso exatamente como eu gosto de usar!!!! O sapato era lindo e realmente tinha a minha cara!!!!
(Desde engravidei da Elô passei a usar saltos mais baixos devido a varizes, peso, por se mais seguro e etc. Ocorre que eu acabei me acostumando tanto e gostando tanto que agora só uso salto assim, mesmo porque nunca recuso colo para ela, e como vocês podem perceber ela é bem pesadinha!! Então é mais confortável esses saltos na minha opinião e eu adoro conforto!)

É impressionante como nossos filhos reparam na gente!!!

Obs: Até tentei achar a imagem do sapato no google, mas não tive sucesso!!! kkkkkk

Bjocas

terça-feira, 8 de maio de 2012

Para mim ser mãe é....

Em comemoração ao Dia das Mães!!

Digam o que quiserem, pensem o que pensarem; Ser mãe para mim é...

Orar junto;
Dormir junto;
Escova os dentes junto;
Faz nº 1 e 2 junto;
Comer junto;
Tomar banho junto;
Cantar junto;
Dançar junto;
Brincar junto;
Assistir tv junto;
Passear junto;
Viajar junto;
Ir ao supermercado junto;
Rir junto;
Chorar junto;

Se para você é diferente e você é feliz e realizada como eu sou, parabéns!! Cada mãe e família funciona de uma forma, aqui em casa funciona muito bem assim.

Antes de você postar um comentário leve em conta que:
- Minha filha tem 2 anos e 4 meses
- Ela frequenta escola no período da manhã
- Enquanto ela frequenta escola eu trabalho
- Eu não gosto qd ela me acompanha no banheiro ok??!!! Mas a realidade é que isso sempre acaba acontecendo quando estamos sozinhas.
- Eu já tentei fazer de conta que mesmo sendo mãe minha vida continuaria a mesma

AH!! Antes que eu me esqueça: Me casamento vai muito bem, obrigada por se preocupar! kkkkkkk.......



Beijos e FELIZ DIA DAS MAES!!!!

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Os segredos de sentar a mesa

Na minha família sempre realizamos as refeições na mesa, todos juntos, meus pais sempre falavam que a hora da refeição era uma hora sagrada. Da minha infância até minha adolescência nossa família não tinha condições de ir a restaurantes, então minha mãe sempre preparou as refeições para nós, mesmo quando ela trabalhava fora. Eu sempre gostei muitoooooo da comidinha da minha mãe, quando ia passear na casa de amigas e as vezes ficava o dia todo fora de casa, não via a hora de voltar e comer a comida da minha mãe. Hoje nossa situação financeira graças a Deus melhorou e temos condições de ir á restaurantes, o que é mais cômodo, mais fácil, mais rápido, mas não mais gostoso.
Hoje eu tenho minha família e mesmo tendo a comodidade de morar perto da minha mãe e ter o privilégio de poder continuar fazendo as refeições na casa dela, eu agora também tenho uma família e EU preciso cuidar da minha família. Eu mesma faço as refeições com muito amor, faço sucos naturais para minha filha e cultivo sua alimentação. Na hora da refeição montamos a mesa, agradecemos a Deus pelo alimento e comemos. E nos finais de semana, almoçamos na casa dos avós.

Esses dias eu estava no meu quarto e a Eloise estava brincando de casinha no seu quarto, fui espiar para ver se estava tudo bem e observei que ela estava brincando de casinha com suas filhinhas, com muito amor as colocou em volta da mesa, orou (Obigadu Jesuis pelo papa, amiem) e alimentou as bonecas. As crianças aprendem mais pelos exemplos do que pelos ensinamentos, sei que minha filha quando tiver a sua família valorizará as refeições na mesa com seus filhos e seu marido, pois ela viveu isso.

Sentar a mesa significa muito mais do que você imagina. Sentar a mesa não alimenta só nosso corpo físico, mas também nossa alma. Quando sentamos a mesa com nossa família podemos olhar nos olhos uns dos outros, conversar, agradecer a Deus juntos e termos um momento de intimidade e união -  depois todos podem ajudar a "retirar" a mesa, não é mesmo?! E pode ser muito divertido deixar seus filhos a ajudar lavar a louça. São momentos que a gente nunca esquece!
São nesses momentos que temos a oportunidade de saber sobre o que aconteceu no nosso dia, dividir alegrias e tristezas. Independente de como foi o dia, encerre-o a mesa com sua família, isso mostrará união e dará força uns aos outros para superar as dificuldades.

Jesus nos deixou vários exemplos:
Antes de ser traído, compartilhou na mesa com seus discípulos sua ultima ceia, Ele sabia que sofreria e que passaria por uma grande aflição e que seria traído, contudo foi na mesa que ele passou seus últimos ensinamentos para seus discípulos.
Depois que Jesus ressuscitou, antes de subir aos céus, ele foi se encontrar com Pedro, aquele que havia o negado 3 vezes. Pedro estava pescando no mar e estava muito envergonhado pelo que havia feito. Jesus foi ter com ele, e na beira do mar, preparou uma refeição para eles, Pedro se achegou junto com os outros discípulos para compartilharem da refeição que o próprio Jesus havia preparado para eles e naquele momento houve restauração e cura na vida de Pedro.

Pense nisso, e valorize mais as refeições com sua família!

sexta-feira, 23 de março de 2012

Escola e Socialização

Já compartilhe várias vezes aqui os problemas com a socialização da Eloise e as adaptações na escola e com outras pessoas. Criei o blog justamente para isso, para compartilhar experiências e trocar ideias com outras mães que passaram ou passarão pelos mesmos problemas. Então para recapitular:
Quando a Elô ingressou na escola aos 9 meses ela demorou 4 meses para se adaptar. Eu disse Q-U-A-T-R-O meses. Todos os dias ela chorava, gritava, me segurava pelos cabelos para não entrar e eu chorava no carro depois durante todo o percurso até o seviço, era um horror. Depois entrou de férias e voltou as aulas normal não chorava mais e assim seguiu o ano todo super bem.
Porém como aconteceram algumas mudanças e a mamãe saiu do serviço, consequentemente ela perdeu a vaga na escola (pois era um convênio). Mesmo estando em casa e com a missão de curtir mais ela e nos preparar para a chegada do outro bebê (que eu acabei perdendo com já contei aqui), achei que seria importante ela continuar na escola para sua socialização, acredtei que se ela ficasse em casa comigo o tempo todo nós poderíamos regredir na socialização dela e também eu teria um tempo a sós com o bebê que estava por vir. Então batalhei para conseguir a vaga na mesma escola para evitar os transtornos da adaptação,e graças a Deus conseguimos a vaga depois de 3 meses.
Mesmo sendo a mesma turminha, ela também chorou horrores nos primeiros dias, e eu já esperava por isso, porque as outras mães dos amiguinhos dela já haviam me falado que todos eles estavam chorando e demorando para se adaptar a nova classe.
Estou aqui para compartilhar com vocês que as coisas melhoraram. A-L-E-L-U-I-A.
Ontem fui bucar a pequena na escola e a mesma educadora que disse que ela era muito tímida e retraída me disse que enquanto as crianças estavam brincando ela ouviu uma cantoria e não sabia da onde estava vindo. Então começou a procurar, ela encontrou a Elô dançando #rebolandoegirando# e cantando, ela ficou super feliz e disse que ela mudou bastante e já está bem entrosada com o grupo. Nem preciso dizer que fiquei mega feliz. Eu já havia percebido uma mudança significativa, pois ela já não estava mais chorando para entrar na escola e entra andando puxando a mochila (carrinho). Essa semana faz exatamente 1 mês que ela voltou para a escola.
Você deve estar se perguntando. SE eu perdi o bebê e não estou mais trabalhando "fora" porque a Eloise está na escola?????????????? Vou explicar: Antes ela ficava o período inegral, aproximadamente 10 horas. Hoje ela fica 6 horas sendo que 2 horas ela passa dormindo, ela está no período matutino. Eu e o papai achamos importante ela continuar na escola por um breve período para não interromper o processo de socialização, para ela brincar com outras crianças, afinal a Elô é a única criança na nossa família, para o melhor desenvolvimento dela, ela está falando mais, se expressando melhor, divide alimentos e brinquedos, enfim sabe viver em comunidade. Logo depois do almoço eu vou busca-la e passamos o resto do dia juntas e tem sido muito bom para ela. Até com as pessoas da família ela está mais social. E também acredito muito na qualidade do tempo e na quantidade do tempo que passamos com nossos filhos, as duas coisas são importantes. Não adianta ficar o dia inteiro em casa com a criança e não brincar com a criança, se estressar por não conseguir fazer outras tarefas e etc. Tem que haver um equilibrio. Antes eu tinha qualidade mas tinha muito pouca quantidade de tempo com ela - isso também não é legal.
Hoje considero que passamos um tempo ideal e saudável juntas, enquanto estou com ela não penso e nem me estresso com mais nada meu foco é ela. Além do que enquanto ela esta na escola eu não fico de pernas pro ar, eu tenho trabalhado por conta própria em casa, abri uma loja virtual: www.eloscrapdecor.elo7.com.br Lá vocês encontrarão peças lindas para decoração, lembrancinhas e convites. Essa loja é uma parceria com a minha sogra. E também trabalho no escritório com minha mãe. Afinal de contas quem é ligada nos 220 não consegue ficar parada né!!!!

Elô indo pra escola

Bjos amigas

quarta-feira, 21 de março de 2012

Cuidado para não engessar seus filhos

Sempre achei fundamental ensinar a Eloise a ser organizada, limpa, ter uma rotina, e etc..etc e etc. Para uma mãe perfeccionista e metódica até que foi fácil colocar em prática o que os livros ensinaram. Como já comentei aqui, desde dezembro/11 nossa vida deu uma reviravolta e muitas coisas mudaram, hoje eu não trabalho mais fora, faço alguns trabalhos em casa no período da manhã enquanto a Elô fica na escola e no restante do dia ficamos juntas. Porém como minha amiga Marcella do Blog Mon Maternite postou esses dias, queira a mãe trabalhe fora ou não, infelizmente ou felismente não somos madames e temos que fazer o serviço de casa, com isso nem sempre consigo estar 100% dedicada a Elô.

Desde que ocorreram essas mudanças nas nossas vidas a Elô estava se comportando muito bem e todos elogiavam o progresso dela, porém nas ultimas semanas tivemos alguns probleminhas de socialização como comentei aqui e um outro problema que me deixou um pouco chateada. Minha mãe mora enfrente minha casa, basta atravessar a rua,  a Elô curti muito ficar lá e ultimamnte não queria vir embora de jeito nenhum, chorava horrores e me ignorava. Senti que algo estava errado e precisei refletir em alguns pontos, foi quando percebi que estava engessando a Elô e eu não estava percebendo.

Regras e limites são muito importantes, porém mais importante que isso é a flexibilidade, é saber ceder e negociar, eu estava ultimamente muito rígida com a Elô, exigindo muito para uma criança de apenas 2 anos.

É importante guardar os brinquedos? Sem dúvida! Mas esperar que a criança brinque até cansar, descanse e depois volte e brinque mais um pouco e antes de ir para uma outra atividade guarde os brinquedos é fundamental! A maioria das vezes eu queria que ela guardasse os brinquedos na hora que eu queria sem percebe que como ela já tinha brincado muitoooo estava cansada e claro não queria guardar.
Quer ver outra hora de estresse: Pentear o cabelo e colocar as fitinhas, tiaras, lacinhos..e bá blá blá. É importante??? Hoje eu diria que importante é pentear o cabelo, se ela não quer colocar lacinho, deixa pra lá, ela é uma criança e não uma boneca pra e ficar enfeitando.
Sair com alguma roupa, calçado ou acessório nada a ver com nada??!!! Imagine o que os outros vão pensar! E lá ficava a mãe descabelada tentando convencer a cria a não usar a tal roupa. Bobagem, e dai se alguém vai falar alguma coisa, mais vale eu sair de casa numa boa com minha filha sem brigas e choros do que a impressão dos outros.
Quando o assunto é alimentação então, era só discusão, mas pense bem, um dia ou outro tomar refri, comer uma "porcaria", sair da rotina não vai matar ninguém! Pode te certeza e eles irão se divertir muito. Não pense que você conseguirá colocar seu filho numa bolha por muito tempo, aliás é super importante que ele experimente alimentos diferentes e você ensine o porque devemos consumir determinado alimento mais ou menos vezes.
Confesso que sou meio neurótica com organização e limpeza, mas percebi que é melhor tropeçar em brinquedos no chão, do que tropeçar na Elô  fazendo birra por querer brincar com tudo ao mesmo tempo na casa toda, isso inclue: banheiro, corredor, cozinha, quintal, sala, TUDO. Ela está na fase de fazer "casinhas e cabaninhas". Então e relaxo e deixo ela brincar a vontade, e num momento oportuno guardamos e organizamos.
Outra coisa que definitvamente eu não insisto mais é fazer ela dormir na cama e no quartinho dela, era sempre um estresse. Eu gosto da supernany e sempre que posso eu assisto, mas eu não sirvo para ficar levando minha filha pra cama dela toda vez que ela ousar sair e vê-la chorando e se descabelando e não poder falar nada, ou então ficar do lado segurando sua mão até ela dormir e sair de fininho....Passei dessa fase de querer fazer tudo certinho. Tem dia que ela quer dormir no quarto dela e vai numa boa, tem dia que ela quer dormir com a gente e boa também, depois levamos ela pra cama dela. Claro que se ela acordar no meio da noite ela vem pra nossa cama e é muito bem recebida. Veja bem logo os filhos crescem e dai vão querer dormir na casa dos amigos ou então trazer os amigos para dormir em casa, você acha que ela vai se lembrar da mamãe e do papai?? Claro que não. Então eu e o meu marido decidimos que vamos aproveitar todo o tempo que ela quiser ficar perto da gente, porque logo essa fase como todas as outras fases passarão.

Enfim amigas, meu recado é esse: cuidado para não engessar seu filho e ele perder a liberdade dentro da própria casa, tudo tem que ter um equilibrio e uma dosagem de amor e disciplina.

segunda-feira, 5 de março de 2012

A chupeta foi dessa pra melhor!!

Já comentei aqui minha intenção em tirar a chupeta da Elô, muito embora ela usasse bem pouco, ela pedia apenas para dormir e quando ela estava muito nervosa eu pedia um help para o "pepê". No início do ano, assim que ela havia completado 2 anos eu iniciei o desfralde, e ocorreu tudo bem, ela ja estava preparada pois já estavamos conversando sobre isso a pelo menos uns 3 meses. Eu achei muita coisa tirar a chupeta junto, então iria tentar mais para frente, porém semana passada ela voltou para a escola esse ano a classe é mini maternal, e as educadoras me informaram que lá as crianças já não usarão mais chupeta, e que se eu tinha intenção de tirar o momento era esse. Eu não duvidei e naquele dia mesmo não ofereci mais o "pepê", mesmo porque a educadora disse que ela havia dormido super bem sem ele.
Na verdade aquele dia havia sido super corrido e eu nem havia pensado numa história para o adeus a chupeta. Então na hora que entreguei o "mamá" ela estava tão exausta que acabou dormindo mamando e eu dei graças a Deus pois não sabia qual das alternativas tentar, havia pensado em 3 alternativas:
a) Filha, hoje o pepê foi dormir com a mamãe dele. (É que tudo que desaparece, a Elô fala que foi dormir dom a mamãe...kkk uma longa história que eu conto depois)
b) Colocar alguma coisa amarga na chupeta
c) Rasgar o bico com uma tesoura e dizer que "quebrou"

Veja bem, isso tudo muito rápido, enquanto eu fazia o mamá fui pensando nessas 3 alternativas. Depois que ela dormiu corri e contei pro meu marido, e contei até das alternativas, ele riu muito e disso que graças a Deus a Elô já havia dormido antes de ouvir as alternativas malucas da mamãe. O fato é que eu não havia ainda dado um jeito nisso, foi uma sorte ela ter dormido, mas para cada dia um problema, deixei para pensar nisso no dia seguinte. E assim foi, acontece que o dia seguinte chegou e ela dormiu sem perguntar do pepê, e eu também fiquei quieta, e assim seguiu....Acho que no quarto dia ela acordou e perguntou do pepê e eu disse que ele não estava mais com a gente (tipo foi dessa pra melhor) ela não entendeu nada e eu abracei bem apertado e a consolei e ja mudei de assunto.

Hoje faz 1 semana e resumindo ela esta dormindo super bem, não perguntou mais do pepê e a mamãe está super feliz pois foi mais tranquilo que eu imaginava, embora não fosse da maneira como pensei, no fundo acho que fiz errado em não dar uma satisfação, em não me preparar melhor para isso, mas enfim, deu certo!!!!
Mas para quem me pergunta a opinião eu sempre digo que a chupeta nos ajudou bastante, sabendo usar de modo moderado ela ajuda bastante, conheço pessoas que teve sérios problemas com o uso, e na hora de tirar o vício também. Eu ofereci a chupeta quando a Elô tinha 2 meses porque ela estava fazendo meu bico de chupeta, não podia tirar ela do peito que ela chorava, então oferecia a chupeta na hora de dormir, nos momentos difíceis como vacina, adaptações e etc...mas nunca deixei ela o tempo todo com a chupeta. Fica a dica.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Adaptações

Olá amigas,
Bom como comentei no meu post anterior, eu tomei várias atitudes consideravelmente importantes nos ultimos meses e uma delas foi abrir mão do meu emprego assim que soube que estava grávida do segundinho. Bom, todos sabem que infelizmente essa gesrtação foi interrompida, e eis que agora me vejo em adaptações a nova vida de dona de casa, mãe em tempo integral e consultora de negócios, é isso mesmo consegui uma oportunidade de trabalhar "em casa" na verdade é no escritório que fica na casa da minha mãe.
Todas nós depois que nos tornamos mães somos seres totalmente adaptáveis não é verdade?? Nos adaptados a tudo, nada é tão difícil e sempre temos uma solução imediata para as coisas, passamos a adquirir um novo inimigo - o tempo.
Eu sempre trabalhei fora e até achava que vida de mãe que trabalha em casa era moleza, mas para minha surpresa estou para acreditar que é tão corrida quanto da mãe que trabalha fora. Trabalhar em casa exige muita, mas muita disciplina, eu sempre fui muito disciplinada no meu trabalho, mas acreditem eu me senti perdida em meio a rotina de: cozinhar, cuidar da casa, lavar e passar roupa, brincar de casinha, dar banho na Elô e na Babalu (cachorrinha), assistir DVDs com a Elô, fazer compras, feira, ligar para cliente, receber uma ligação importante enquanto sua princesa está pedindo para fazer "toto" (cocô)...AHH!! e claro que não posso esquecer, estar impecável e bem disposta para o marido a noite, e ainda arrumar um tempinho para fazer as unhas, afinal o orçamento aperta e você tem que reduzir os gastos.
Mesmo com toda essa agitação, eu me sinto bem, é um cansaço diferente, pois cada vez que estou exausta demais eu olho para minha princesa feliz da vida por me ter por perto, com saúde e no meio dessa agitação toda receber um beijo e um abraço apertado dela - recarrega toda minha energia.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

A escolha de ter o segundo filho e a dor por ele não ter chegado. Parte II

Aquela noite foi terrível, eu não conseguia dormir, apenas chorar, eu não contei para a Eloise sobre o que havia acontecido com o bebê, mas ela percebeu, assim que deitamos ela passava sua mãozinha suave no meu rosto e olhava fixamente nos meus olhos como quem diz: calma mamãe, eu estou aqui.
Assim que amanheceu o dia para variar passei mal, eu vomitava todos os dias e já acordava enjoada, mas aquele dia sentir aquele enjoo era terrivelmente insuportável, então não pensei duas vezes fui arrumar minhas coisas para a internação eu precisava tomar uma atitude. A Eloise nunca dormiu fora de casa, eu pretendia fazer isso no decorrer da gravidez, mas não deu tempo, então chegou o dia em que teríamos que enfrentar a situação sem a devida preparação, a unica coisa que me restou foi conversar com ela, a chamei e disse: filha, a mamãe vai ao médico e vou demorar para voltar, a noite você vai precisar dormir com a vovó talvez o papai esteja aqui para dormir com você, mas logo logo a mamãe voltará,ela chorou e disse: não mamãe, só mamãe (só quero a mamãe), então não preciso dizer que desabei a chorar. Mas graças a Deus no momento de irmos para o hospital ela nos abraçou bem forte e logo os titios conseguiram a distrair e assim seguimos eu e o meu marido, sem  trocarmos palavras, novamente não havia palavras. Eu chorei o caminho todo, eu não queria estar vivendo aquilo, eu precisava ir para o hospital para resolver a situação, então só me restava seguir enfrente.
Fiquei internada na sala de pré-parto, foi uma tortura, pois da minha cama eu enxergava o corredor e via as mulheres seguindo para o centro cirúrgico para terem seus bebês. Fui internada as 13:30 e só as 15:00 que começaram a me dar a medicação que iria forçar a expulsão do feto, a enfermeira me disse: olha com essa medicação você sentirá dor e contrações, será normal, quando a dor for insuportável você pode nos chamar. Eu pensei: meu Deus, dor insuportável? Será possível que ainda exista alguma dor pior do que a dor que estou sentido? A dor de saber que você já perdeu um filho? Impossível.
Logo depois deixaram meu marido entrar, eu ainda não estava sentindo as contrações, apenas aquela tristeza sem fim, eu chorava o tempo todo, e meu marido segurava minha mão. Mais tarde minha mãe foi me ver, quando ela entrou no quarto e me abraçou eu finalmente tinha encontrado um abraço salvador, o abraço da minha mãe sempre me aliviava, mas dessa vez nem o abraço dela tirava aquela dor, então eu disse: mãe eu não quero passar por isso, e ela apenas chorou e me abraçou e me pediu para ser forte. Logo que ela saiu, meu pai e em seguida minha irmã entraram, era possível apenas 1 pessoa por vez eles levaram videos da Eloise para eu me distrair, e justamente naquele dia a cama dela havia chegado, então eles filmaram a reação dela com a caminha foi um barato, só aumentou a minha saudade, e queria que eles me levassem dali, meu pai orou por mim e logo depois que eles foram embora eu comecei a sentir cólicas e contrações, era exatamente 18:50 hs. Eu sabia que o meu marido só poderia ficar comigo até as 21:00 hs. Eu queria muito que tudo o que tivesse que acontecer, acontecesse até esse horário, não queria passar sozinha. Segui até as 21:00 apenas com as contrações a enfermeira me examinou e disse que o colo do útero ainda estava fechado e então me deu outra medicação e chamou meu médico. Eu pedi que meu marido ficasse mais um pouco e eles deixaram ele ficar até as 22:00 hs.
Quando foi umas 21:15 hs senti que alguma coisa havia saído, meu médico chegou e me examinou, mas era apenas a bolsa que havia rompido, um ótimo sina disse ele. Continuei com dor e as contrações iam aumentando, como estava com muita ânsia me aplicaram uma injeção de plasil. Então deu 22:00 hs e meu marido não podia mais ficar, ele me beijou e eu pedi para ele cuidar bem da Eloise. Sabia que agora eu teria que continuar sozinha, era eu e Deus. Meu médico também foi embora e prescreveu que a meia noite as enfermeiras me dessem uma medicação no soro para acelerar as contrações. Graças ao efeito do plasil eu seguia um pouco dormindo e um pouco acordada com muita dor, mas era ainda uma dor suportável, nada seria pior do que a dor eu já estava sentindo.
Quando faltava 1 minuto para meia noite e acordei e estava com muita dor, troquei umas palavras com uma moça que estava na cama ao lado da minha e me levantei para ir até o banheiro, antes que as enfermeiras chegassem para aplicar o soro. Assim que cheguei no banheiro para minha surpresa eu comecei a sangrar muitooooooo, muito mesmo, comecei a perder os sentidos e então só lembrei de abrir a porta e pedir para chamar a enfermeira, sentei no vaso já desfalecida e ouvi um barulho, eu tive a certeza de que era o feto saindo, não doeu, e graças a Deus eu não vi, eu havia pedido a Deus que não permitisse que eu visse, pois saberia que se eu visse iria guardar pra sempre aquela imagem na minha memória e eu não queria. Logo as enfermeiras chegaram me levaram pra cama e chamaram meu médico, eu suava muito e já não conseguia enxergar direito, estava com muita dor, mas não era uma dor insuportável, não era maior do que a dor que eu ja havia sentido quando soube que tinha perdido meu bebê. Logo meu médico chegou e já me levou para sala de cirurgia, eu temia fazer uma curetagem mas meu médico havia me garantido que era melhor, era a garantia que meu útero estava limpo e livre de infecções. Eu segui para a sala da cirurgia com muita, mas muita dor, eu não falava, não gritava, eu apenas chorava, era um choro quieto e só meu, logo me deram um medicamento que eu apaguei, depois de 1 hora acordei e ouvi meu médico dizendo: pronto, acabou, ocorreu tudo bem, amanhã cedo te darei alta. Eu ainda estava meio tonta sem saber o que estava acontecendo e com muita dor, me levaram para o quarto e eu dormi, isso era umas 3:00 hs da madrugada. Pontualmente as 7:00 estava lá meu médico me esperando acordar para verificar se e estava bem e me dar alta, eu não sentia mais dor, e então eles deixaram meu marido entrar para me ver, tomei um café e tive alta.
Seguimos para a casa, verbalizei tudo o que havia ocorrido para meu marido, mas eu já não chorava mais, parecia que havia se esgotado toda água do meu corpo. Eu estava sem cor, sem dor, sem vontade de nada. Cheguei em casa e me deitei, na minha cama estava a Elô dormindo como um anjinho, ela havia dormido com o papai e super bem não deu trabalho. Dormi bem agarradinha com ela, algumas horas depois acordei com uma voz doce: Mamãeeeeeeeee!!!!!!! Ela me abraçou e eu me senti acolhida e amada.
Os dias tem sido difíceis, tudo me faz lembrar o bebê que perdi, parece que cada canto da casa já tinha um espaço pra ele, as vezes eu  me distraio e conseguido conversar sobre outras coisas, mas de repente me pego chorando, impossível esquecer tudo o que aconteceu, pois eu sai do hospital sem um bebê nos braços para me fazer esquecer a dor. Mas sigo enfrente, pois tenho uma filha que precisa e depende muito de mim e por ela e pela força de Deus e apoio da minha família eu estou de pé. Eu sei que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, eu sei que Ele está no controle de todas as coisas, Deus sabe o que cada um de nós podemos suportar. Confio em ti Jesus, e sei que o Senhor tem mais para minha vida.

A escolha de ter o segundo filho e a dor por ele não ter chegado. Parte I

Na verdade este post era para contar sobre a decisão de ter um segundo filho, porém tivemos algumas alterações no caminho, então resolvi fazer um único post.

Quando eu e meu marido decidimos que era hora de ter outro filho, não pensamos apenas em nós, mas sim na Eloise, pois hoje não pensamos como um casal, agora somos uma família e todos precisam estar envolvidos nas decisões. Já ouvi muitos casais dizerem que não pensam em ter mais filhos, e nem querem saber se o filho único quer ser filho único, para esses pais filhos dão muitos gastos e pra que dar irmãos se hoje em dia as crianças vão desde bebês para as escolas e tem o convívio dos amiguinhos. Sinto pena de quem pensa dessa forma e acha que colegas de escolas substituem irmãos. Colegas de escola passam, irmãos são para a vida toda. É com os irmãos que temos as primeiras lições da vida.

Em nossa família a Eloise é a unica criança, unica filha, neta, sobrinha e bisneta, primos ainda estão num futuro bem distante já que tanto minha irmã quanto meu cunhado ainda não pensam em casar, estão focados nos estudos, esse também foi um dos motivos para encomendar um irmãozinho, não acho saudável para a Elô ser o centro das atenções, por mais que a gente se esforce para isso não acontecer, ela é sempre muito mimada onde ela chega.

Assim que confirmei a gravidez no dia 16 de Dezembro eu já estava com 8 semanas, foi uma alegria só e um marco para tomada de muitas decisões, entre elas meu pedido de demissão do emprego para a preparação da Eloise com a chegada do novo bebê. Essa preparação envolveu: desfralde, troca do berço pela cama, algumas mudanças no quartinho e etc...A família toda estava engajada nas preparações para receber o novo frutinho.

No último dia 16, ou seja, um mês depois na notícia da gravidez, tinha ultrassom agendado para o exame de Translucência nucal e descoberta do sexo, já estava com 12 semanas, naquele dia tinha programado de ir com a Elô e passar pegar o papai no serviço, mas por algum motivo ainda desconhecido Eloise dormiu bem na hora da mamãe sair, então fomos apenas eu e o papai no médico. Estávamos ansiosos pelo ultrassom, logo que começou o exame e o médico mediu o bebê, notei que ele estava do mesmo tamanho que o ultimo ultrassom e achei estranho, já me deu um frio na barriga, então logo procurei o coraçãozinho dele, e não encontrei, o médico não precisava falar mais nada, eu já tinha entendido tudo, não tive coragem de olhar para meu marido, mais tarde ele me contou que sentiu a mesma coisa. Então o médico começou a fazer algumas perguntas e constatou o que eu não queria ouvir: seu organismo interrompeu a gestação, devido a uma má formação do feto, irei pedir mais um ultrassom com outro médico para confirmarmos. Eu sai daquele consultório em estado de choque, eu não sabia se continuava andando ou se sentava pra chorar, eu poderia gritar também de tanta dor, eu não estava entendo nada, na verdade queria acordar daquele pesadelo, mas continuei seguindo em direção ao carro, sem dar uma palavra com meu marido, não precisávamos trocar palavras, pois não existiam palavras naquele momento. Assim que entramos no carro eu desabei a chorar e pedi para ele me levar ao PS para fazer outro ultrassom, eu não poderia voltar para casa sem aquela confirmação, muito embora eu já soubesse da verdade. Assim que chegamos ao PS meu marido ainda não havia derrubado uma lágrima, ele apenas me abraçava e tentava me acalmar. Em nenhum momento eu perguntei o porque aquilo estava acontecendo, e nem questionei a Deus, eu simplesmente chorava, não saia nenhuma palavra. Assim que a médica nos chamou e fez o ultrassom confirmou o diagnóstico do meu médico que eu havia sofrido um aborto, logo em seguida ela me pediu que seguíssemos para a sala de pré-parto, para entrarem em contato com o meu médico. Nesse momento nós dois não sabíamos o que fazer, se ligávamos para alguém, pois ainda não tínhamos avisado nossos pais, não queríamos falar por telefone, então seguimos enfrente, porém como coração de mãe nunca falha, minha mãe sentiu que precisava falar comigo e me ligou, eu não tive coragem de atender, então meu marido atendeu e quando ele verbalizou o que havia acontecido, ele chorava como uma criança. A enfermeira nos chamou e entrou em contato com o meu médico, ele me deu 3 opções: esperar meu corpo expulsar o feto, ir para casa e tomar remédios para expulsar o feto, ficar internada para tomar a medicação e fazer os procedimentos que fossem necessários. Óbvio que escolhi voltar para a casa naquele momento para ficar com minha família e voltar no dia seguinte para me internar e fazer os procedimentos necessários no hospital sob supervisão médica. Eu estava morrendo de saudades da Eloise enquanto esperávamos o ultrassom, tinha várias crianças na mesma idade dela brincando na sala de espera e que dor eu sentia pela perda desse bebê e que saudade sem tamanho da minha pequena, tudo que eu precisava era abraça-la. Voltamos para casa, agora para enfrentar a família e verbalizar tudo o que havia acontecido, era como reviver tudo outra vez, assim como estou vivendo enquanto escrevo.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Desfralde, finalmente chegou pra ficar!

Quem acompanha o blog sabe que há tempos venho falando em desfralde, na verdade desde quando a Elô completou 1 ano e meio eu já estava pensando (coisa de mãe de primeira viagem) já havia comprado o Toily, aquele redutor de vaso com escadinha e estava ansiosa para começar o desfralde, qualquer coisa que a Eloise fazia eu achava que era motivo para o desfralde, desde querer tirar a fralda até quando avisava que tinha feito xixi.
Sou uma pessoa muito decidida, e agora decidi de vez que seria a hora certa, pelos seguintes motivos:
-Pela chegada do verão
-Pela idade, ela acabou de completar 2 anos e já entende e se comunica melhor
-Pelo fato de um (a) irmãozinho (a) estar a caminho, achei melhor fazer antes da chegada dele
-Ela está de férias da escolinha, achei melhor começar o desfrade em casa, muitas mães preferem que comece na escola, eu particularmente acho que é uma fase muito particular de cada criança e eles necessitam da nossa atenção e cuidados, principalmente as meninas para se limparem.

Hoje fazem exatamente 8 dias que começamos, o primeiro dia foi o mais dificil, ela toma muita água e isso é ótimo só que eu não tinha noção da quantidade de xixi que ela fazia, a cada meia hora ela fazia xixi e um bom tanto de xixi, kkkk. O segundo dia foi melhor, e assim por diante. Aos poucos ela foi conseguindo se controlar mais e avisar antes de fazer. Uma coisa que eu acho que exagerei foi em perguntar toda hora se ela queria ir ao banheiro, isso a estressou, no final de semana ela estava muito agitada e nervosa e então pensei que poderia ser isso, pois a criança acaba saindo de sua rotina e o fato de ter que parar de brincar e ir até o banheiro toda hora pode deixa-los irritado, e por isso muitas vezes eles não vão ao banheiro e acabam fazendo no chão mesmo, pois não querem parar de brincar. Então decidi que ela tivesse a iniciativa de ir ao banheiro e deu certo, assim eu dou a oportunidade dela tomar a decisão da melhor hora de ir ao banheiro, ela ficou menos nervosa e tem ido certinho. Não tivemos grandes acidentes até agora, ela não deixou escapar no carro e nem quando saímos, só em casa mesmo.
No primeiros dias foram realmente estressantes, não só por ela, mas por mim também, início de gestação não é fácil, eu particularmente passo muitoooooooooooo mal mesmo, então era dificil eu estava indisposta e ter que ficar em cima dela, limpando toda hora o chão, roupas e etc... Mas em momento algum pensei em desitir e voltar atrás, embora muitos especialistas digam que isso é nomal e aceitável, acho que é mais estressante ainda, pois você começa algo e não termina, só irrita a criança e por fim não resolve a situação, por isso antes de começar o desfralde é bom ter a certeza de que é o momento certo não só para a criança, mas para os pais também.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Férias e novidades

Sim, eu estou viva!!!!
Me perdoem a ausencia, muitas coisas aconteceram desde a minha ultima postagem, vamos lá: preparativos para o aniversário da Elô que graças a Deus foi tudo bem (vai render um post sobre etiqueta, aguardem!), enjoos e mais enjoos, é isso ae, mamãe está gravidissima estou exatamente com 11 semanas (descobri com 8 semanas - que vergonha onde já se viu mãe de segunda viagem não desconfiar que estava gravida, tem que render um post também), e o mais emocionamente: depois de saber que estava gravida mamãe pede demissão!!! É isso mesmo, agora meus cuidados serão exclusivos a minha casa e aos meus filhos - tem alguma dúvidas que vai render vários posts???
AHHHHHHHHHHh Estamos no 3º dia do desfralde, estou um caco, mas esta indo tudo bem, depois conto pra vcs.
Agora estamos em ritmo de ferias,quando Eloise esta acordada nem pensar em ligar o computador #minhavidaélimparxixi# e quando ela dorme é o momento que aproveito para descansar, estou muito mais muitooooooooooo preguiçosa e dorminhoca -delíciaaaaaaaaaaaaaaaaaa dormir a tarde toda com ela.
Mas aos poucos vou me acostumando com a nova rotina e quero registrar tudo e compartilhar tudo com vocês!!!!
Estava com muitas saudades e aos poucos vou visitando cada uma, bjosssssssssss