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Lilypie Second Birthday tickers

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Não com cara de sim!?? Como assim pai?

É isso mesmo, quando eu era criança e principalmente na adolescencia, o diálogo era mais ou menos assim:

Eu: Pai, posso ir numa festinha com o pessoal da escola?
Pai: Vou pensar, depois te falo.

No dia seguinte...

Eu: Pai, o Sr. já pensou?
Pai: Sim, já pensei e a resposta é NÃO.
(meu pai não aceitava contestação, eu tinha duas opções: aceitar a resposta ou chorar, normalmente quando era não eu chorava)
Eu: Snif...Snif...
Pai: Filha, o meu NÃO é com cara de SIM, mas é NÃO.
Eu: Como assim pai?
Pai: Um dia quando você tiver seus filhos você vai entender.

Pois bem papai, hoje eu entendo perfeitamente. Hoje entendo que o SIM é muito mais fácil, não exige muito tempo, deixa a criança feliz da vida, e por um curto período de tempo você tem uma sensação de sossego. Já o NÃO, demanda tempo, paciência, birras e revoltas. Afinal educar exige tempo, paciência e amor.

Naquela época eu não compreendia isso, hoje eu vejo que todas as vezes que meu pai me disse NÃO (embora quisesse dizer SIM  para me agradar) foi para meu bem, não era fácil para ele me dizer não, porque eu ficava chateada por muitos dias com ele, qual o pai gosta de se indispor com o filho? Mas hoje eu agradeço, porque tive limites, e esses limites me ensinaram muitas coisas e no trouxeram ao lugar que estou hoje.

Muitas vezes nós pais que trabalhamos e temos um período curto de tempo com nossos filhos, não queremos nos indispor com eles, afinal de contas, já passamos o dia inteiro longe e quando estamos juntos vamos ficar ditando regras?! Ou então a desculpa é: ...estou tão cansada (o), vou deixar!
O cansaço muitas vezes nos impede de sermos mais persistentes, mas isso é necessário para a educação dos nossos filhos.

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Oração da mamãe exausta....

Senhor, ajude-me a entender a Eloise, a me colocar no lugar dela, antes de achar que ela esta fazendo uma birra, ajude-me a compreende-la, para que eu posso acalma-la e não deixa-la mais nervosa ainda.
Ajude-me a amá-la mesmo naqueles momentos mais dificeis quando o meu cansaço quer falar mais alto e quero resolver as coisas imediatamente, nem que seja a força. Ajude-me a amá-la, pois sei que o amor me impedirá que eu faça coisas que me arrependerei mais tarde.
Renove minhas forças depois de um dia intenso de trabalho, para que eu tenha sempre disposição em acompanha-la e ser sua parceria em todas as brincadeiras.
Ajude-me a curtir cada fase com muita intensidade e amor, para guardar as lembranças gostosas dessa fase maravilhosa que é a infância.
Ajude-me a ensina-la seus caminhos, para ela ter temor so Senhor e ser uma pessoa correta e justa.
Ajuda-me Senhor nessa longa jornada!!!

sexta-feira, 15 de julho de 2011

...estamos indo, de volta pra casa!!!

Todo mundo fala que se conselho fosse bom, a gente não dava e sim vendia. Mas se tratando do universo materno, eu mudei esse conceito, gosto muito de ouvir opiniões de outras mães e trocar experiências, por isso criei o blog. Claro que cada criança é unica e cada família também. Os conselhos nos ajudam a ter uma direção para tomar algumas decisões.

O assunto que vou comentar é: "Sobre a saída da maternidade"

Não é daquele conjuntinho lindo e caro que eu vou falar, mesmo porque acho essa tal saida da maternidade (pelo preço) uma inutilidade. Veja bem, é apenas um macacãozinho e uma mantinha que você vai usar no máximo no primeiro mês, mas é assunto para outro post.

Vou falar sobre nossa volta para casa. Minha princesa nasceu dia 29/12, tivemos alta da maternidade dia 31/12 na hora do almoço, graças a Deus, mesmo o parto sendo cesária, meu leite "desceu" um pouco antes de sairmos da maternidade, estava tudo bem e tudo que eu queria era ir para minha casa com nossa princesa e ficar quietinha lá. Não queria ninguém dormindo lá para me ajudar, e nem ir para casa de alguém para receber ajuda, acredito que esse é um momento único, e mesmo com a insegurança de pais de primeira viagem, sabíamos que dariamos conta do recado e só aprenderíamos na prática. Eu nunca fui aquela pessoa fascinada por crianças (diferente da minha irmã que parece doce quando chega perto de criança), mas quando engravidei, sabia que Deus me capacitaria para cuidar daquele bebê que era meu. Eu e o maridão fizemos nossa parte, fizemos curso de primeiros cuidados, eu lia bastante sobre o assunto, enfim, mas nada como a prática!!!!! Acredite no seu instinto materno.

Nós por exemplo, não somos acostumados com muita gente em casa, temos uma rotina, eu sou super organizada com minhas coisas, sistemática, e não iria me adaptar com alguém dormindo em casa e fazendo as coisas por mim e nem eu dormindo numa cama que não fosse a minha com a minha filha, mesmo porque preparamos o quartinho dela e a casa toda com muito carinho para recebe-la, até a Babalu nossa cachorrinha estava ansiosa. Eu sabia que o nascimento da criança por si só gera muitas mudanças na vida do casal e na própria rotina, não seria necessário eu mesma provocar mais mudanças.

Claro que as avós queriam ajudar, se ofereciam para ir lá, mas preferi curti esse momento, não foi fácil, mas nos saímos bem. E para as avós não se sentirem muito "por fora" da situação, elas me ajudavam durante o dia com a comida, roupa e etc.

Se o casal está acostumado a receber pessoas em casa, ou até mesmo moram com os pais, fica mais natural, ou seja, não foge da rotina do dia a dia. O importante mesmo é você não alterar a sua rotina, porque um bebê já muda bastante sua vida, e você precisa se sentir bem e passar o quanto menos nervoso para conseguir cuidar do recem nascido, que exige muito de nós mães.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Mãe também fica doente!

Estou com uma gripe daquelas de querer cama o dia todo e doer tudo.Eu achava que mãe de tão forte que é não ficava doente se sair com o cabelo molhado, afinal não dá tempo para secar; lavar roupa do bebês em plena noite fria, e ficar no quintal estendendo e recolhendo as roupas, afinal depois que o bebê dorme que você tem tempo para fazer isso. E outra quando a mãe fica doente é muito mais fácil a transmissão para a criança.
A imunidade deveria ser mais generosa com a gente.
E ai? Sou a única?

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Sobre as saídas com o marido...

Desde que a Eloise nasceu se eu e o maridão saímos três vezes sozinhos foi muito!! Duas pode ter certeza que foi para ir ao mercado fazer compra e ela estava doente e não podia sair, e a outra foi sábado.Não gosto de sair sem minha pequena, e olha que não é por falta de ter onde deixa-la, pois moro enfrente a casa da minha mãe, tenho muitas facilidades quanto a isso, a questão é que não me sinto bem saindo para me divertir e não estar com ela, pois minha maior alegria é ela, não sei mais viver sem estar ao lado dela, me entendem???????
Minha sogra (tinha que ser) já me fez até a proposta indecente de pagar uma viagem para eu e meu marido passearmos afim de deixar a Elô com ela. Adivinhem minha resposta: N A O!

Pois bem, sábado maridão me convidou para darmos uma volta no shopping e talvez assistirmos um filme ou jantarmos fora, e eu de cara respondi: Mas amor está muito frio para sairmos com a Elô!! E ele: Amor, deixa ela com a sua mãe e vamos, preciso de um tempo com você. PAUSA
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Posso???????????????????????????????????

Com um beiço lá no chão eu topei. Conversei com ela e expliquei que o papai queria conversar com a mamãe e ela ficaria brincando na casa da vovó, ela nem deu bola e claro adorou a idéia de ficar na vovó. Quando deixei a Elô na casa da minha mãe eu estava com a voz embargada e quase chorei. Entrei no carro e fomos. Aos poucos fui me distraindo e conversando e passou a tristeza.
Passeamos, entramos em 2 lojas de brinquedos, e compramos um para ela (olha a consciencia pesada do papai...heheh) e depois jantamos num restaurante que adoramos. Foi uma noite muito gostosa, pudemos conversar, rir, falar sobre nossos planos e óbvio 90% da nosas conversa se baseava na Eloise.
Quando cheguei e fui busca-la na casa da minha mãe, achei que a pegaria dormindo, mas que nada, ela estava toda toda com um pique total, entregamos o presentinho para ela, ela adorou e fomos embora para nossa casa felizes.

Daí você me pergunta, pretendo repetir isso mais vezes? Talves. Eu ainda continuo achando que se estivessemos com ela seria mais divertido (pronto falei).