Olá amigas,
Quero primeiramente agradecer o apoio de vocês, saibam que cada conselho me deu forças para continuar, vocês são muito importantes para mim.
Resolvi insistir um pouco mais, e para minha surpresa hoje Eloise não chorou!!!!!!!!! Ufa, vim trabalhar aliviada! Deus abençoe que continue assim. Dói ficar longe, dói saber que ela é só mais uma entre 20 crianças e que pode não ter o atendimento que eu gostaria que ela tivesse, mas preciso pensar que tenho que criar minha filha para a vida e não para mim e as frustrações fazem parte da vida.
E justo hoje ela completa 20 meses, já cantei parabéns para ela logo cedinho e me impressiono a cada dia que passa na esperteza dela, como ela esta evoluindo e aos poucos deixando de ser um bebê. Esse final de semana ela já fez o número 1 e 2 no vaso, estamos super orgulhosos! E outra coisa marcante é o aumento do vocabulário, Eloise não fala tudo, mas aos poucos estamos percebendo que ela esta conseguindo aumentar seu vocabulário, o biquinho dela para falar vovô e vovó é d+, não sei ao certo quantas palavras ela já pronuncia, mas sei que ela esta se saindo muito bem, detesto comparações, cada criança é uma e sei que no momento certo ela estará falando bem.
E o mais gostoso desde o mês passado é a maneira como ela esta expressando seus sentimentos, é tão gostoso receber um abraço espontâneo! A gente ganha o dia. Ela agora também esta mais graciosa, faz pose para tirar foto, dança, rebola, enfim...uma figurinha!
Um super bjo para todas vocês!
Esse blog foi criado para compartilhar experiências, aventuras e as travessuras da minha pequena princesa Eloise
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
O dilema da escolinha
Amigas,
E maio deste ano quando começou a cair a temperatura, Eloise adoeceu, teve todas aquelas doenças com "ite": conjuntivite alérgica que durou 20 dias, sinusite, começo de bronquiolite e por ai vai, decidimos então que ela ficaria um tempo afastada da escola, o pediatra deu um atestado de 90 dias para ela não perder a vaga, e fizemos o tratamento em casa, as avós se revezavam e tudo caminhava bem, Eloise sarou e não ficou mais doente.
O atestado acabaria na primeira semana de Setembro, porém a mamãe aqui surtou!! Eloise estava ultra mega mimada (entenda mimada como: sem limites, desobediente e cheia de birras), ela passava o dia com as avós que permitiam tudo e a noite achava que a mamãe tinha que permitir tudo também. Se a mamãe contrariasse, mamãe era o ser mais desprezível da terra, ela além de não me obedecer, ficava sem olhar na minha cara e não deixava nem eu tocar nela. Vê se posso com isso?! Eu nunca cobrei que as avós fossem mais rígidas com ela, afinal não acho que esse é o papel das avós, não concordo que avós sejam para cuidar dos netos, avós tem que ser para curtir sem compromisso, porém me vi numa situação que precisava delas e não tive outra escolha.
Então resolvi dia 12/08 que Eloise voltaria para a escola, afinal o tempo já estava melhor e ela precisava voltar a seguir uma rotina para o bem dela e para o bem da nossa família. Pedi para o pediatra liberá-la. Passei o final de semana conversando com a Eloise sobre como seria legal voltar para a escola.
Eu perguntava: Elô quer voltar para a escola? Ela fazia que sim com a cabecinha. Isso nos deixava mais aliviados.
Pois bem, chegou o tão espero dia, quando estacionei o carro enfrente a escola começou o chororô. Alias tiveram que tira-la a força do meu colo, um berrero só. Saí de lá em prantos, depois liguei e disseram que ela estava bem. No final do dia quando fui busca-la ela estava bem, falante que só vendo querendo contar tudo (só querendo né, porque ainda não consegue falar direittinho tadinha).
No dia seguinte a história se repete, e desde que ela voltou para a escola, acorda chorando a noite e tenho que leva-la para nossa cama, ela chora e me agarra, chega as vezes até a dormir em cima de mim. Durante o tempo que estamos juntas fica grudada em mim literalmente, parece que tem medo que eu fuja, sabe?
E para ajudar depois de três dias de aula, pegou uma gripe daquelas, que passou até para mim.
Essa semana teve reunião de pais, eu perguntei para as professoras sobre o comportamento dela na sala, elas disseram que a Eloise é super boazinha, obediente, não briga com ninguém, não rouba brinquedo de ninguém, é um amor de criança e gosta de brincar sozinha.
Socorro!!!!!!!!!Amigas. Estou sofrendo e vejo no olhinho dela que ela também está. O que eu faço? Desisto de levar ela para a escola e tento mais tarde, ou insisto?
Vale lembrar que quando ela entrou na escola aos 9 meses, ela demorou 4 meses para se adaptar, foram 4 meses de escandalos todos os dias na porta da escola.
A Eloise adoraaaaaaaaaaa nossa casa, o quartinho, ela gosta do canto dela sabe? Tanto que minha sogra vinha em casa para ficar com ela e minha mãe também as vezes ficava em casa com ela.
Detalhe: se for para tira-la da escola agora, já estou decidida que irei sair do serviço e cuidar da educação dela. Voltar a ficar com as avós não dá, eu sei que elas cuidam muitoooooooo bem da Elô, mas para a educação dela é péssimo, ela precisa ter limites e as avós não dão, então não dá.
Me ajudem meninas! Espero a força de vocês
Bjos com carinho!
E maio deste ano quando começou a cair a temperatura, Eloise adoeceu, teve todas aquelas doenças com "ite": conjuntivite alérgica que durou 20 dias, sinusite, começo de bronquiolite e por ai vai, decidimos então que ela ficaria um tempo afastada da escola, o pediatra deu um atestado de 90 dias para ela não perder a vaga, e fizemos o tratamento em casa, as avós se revezavam e tudo caminhava bem, Eloise sarou e não ficou mais doente.
O atestado acabaria na primeira semana de Setembro, porém a mamãe aqui surtou!! Eloise estava ultra mega mimada (entenda mimada como: sem limites, desobediente e cheia de birras), ela passava o dia com as avós que permitiam tudo e a noite achava que a mamãe tinha que permitir tudo também. Se a mamãe contrariasse, mamãe era o ser mais desprezível da terra, ela além de não me obedecer, ficava sem olhar na minha cara e não deixava nem eu tocar nela. Vê se posso com isso?! Eu nunca cobrei que as avós fossem mais rígidas com ela, afinal não acho que esse é o papel das avós, não concordo que avós sejam para cuidar dos netos, avós tem que ser para curtir sem compromisso, porém me vi numa situação que precisava delas e não tive outra escolha.
Então resolvi dia 12/08 que Eloise voltaria para a escola, afinal o tempo já estava melhor e ela precisava voltar a seguir uma rotina para o bem dela e para o bem da nossa família. Pedi para o pediatra liberá-la. Passei o final de semana conversando com a Eloise sobre como seria legal voltar para a escola.
Eu perguntava: Elô quer voltar para a escola? Ela fazia que sim com a cabecinha. Isso nos deixava mais aliviados.
Pois bem, chegou o tão espero dia, quando estacionei o carro enfrente a escola começou o chororô. Alias tiveram que tira-la a força do meu colo, um berrero só. Saí de lá em prantos, depois liguei e disseram que ela estava bem. No final do dia quando fui busca-la ela estava bem, falante que só vendo querendo contar tudo (só querendo né, porque ainda não consegue falar direittinho tadinha).
No dia seguinte a história se repete, e desde que ela voltou para a escola, acorda chorando a noite e tenho que leva-la para nossa cama, ela chora e me agarra, chega as vezes até a dormir em cima de mim. Durante o tempo que estamos juntas fica grudada em mim literalmente, parece que tem medo que eu fuja, sabe?
E para ajudar depois de três dias de aula, pegou uma gripe daquelas, que passou até para mim.
Essa semana teve reunião de pais, eu perguntei para as professoras sobre o comportamento dela na sala, elas disseram que a Eloise é super boazinha, obediente, não briga com ninguém, não rouba brinquedo de ninguém, é um amor de criança e gosta de brincar sozinha.
Socorro!!!!!!!!!Amigas. Estou sofrendo e vejo no olhinho dela que ela também está. O que eu faço? Desisto de levar ela para a escola e tento mais tarde, ou insisto?
Vale lembrar que quando ela entrou na escola aos 9 meses, ela demorou 4 meses para se adaptar, foram 4 meses de escandalos todos os dias na porta da escola.
A Eloise adoraaaaaaaaaaa nossa casa, o quartinho, ela gosta do canto dela sabe? Tanto que minha sogra vinha em casa para ficar com ela e minha mãe também as vezes ficava em casa com ela.
Detalhe: se for para tira-la da escola agora, já estou decidida que irei sair do serviço e cuidar da educação dela. Voltar a ficar com as avós não dá, eu sei que elas cuidam muitoooooooo bem da Elô, mas para a educação dela é péssimo, ela precisa ter limites e as avós não dão, então não dá.
Me ajudem meninas! Espero a força de vocês
Bjos com carinho!
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terça-feira, 23 de agosto de 2011
Desfralde - Parte II
Oi amigas, venho compartilhar com vocês o processo de desfralde da Elô. Bom, como havia já comentado com vocês meu interesse em iniciar o desfralde (aqui), porém o pediatra achou melhor esperar mais um pouco devido ao frio. Então guardei o Toily (pinico e redutor de vaso) e decidi que iniciaria mais tarde.
Mas como crianças são cheias de surpresas, eis que sexta-feira Eloise começa a querer tirar a fralda, então perguntei se ela queria fazer xixi, ela disse que sim, não pensei duas vezes em instalar o Toly e levá-la, e para minha surpresa ela fez xixi no vaso...aiaiaia que lindinha, e ainda bateu palminhas!!
Ainda estou deixando ela de fralda, e sempre que ela pede eu a levo no vaso, mas sem insistencia e pressão.
Estou muito feliz pela iniciativa dela!
Mas como crianças são cheias de surpresas, eis que sexta-feira Eloise começa a querer tirar a fralda, então perguntei se ela queria fazer xixi, ela disse que sim, não pensei duas vezes em instalar o Toly e levá-la, e para minha surpresa ela fez xixi no vaso...aiaiaia que lindinha, e ainda bateu palminhas!!
Ainda estou deixando ela de fralda, e sempre que ela pede eu a levo no vaso, mas sem insistencia e pressão.
Estou muito feliz pela iniciativa dela!
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
Quando o amor chegou!!
Este post dedico as mães recem-nascidas.
Todos falam sobre o amor, a emoção, alegria de receber uma criança em seus braços; do momento do parto, da alegria e satisfação de amamentar, e todos outros sentimentos mais lindos do mundo. Não duvido que algumas mães realmente só sintam satisfação e alegria ao parir, ao amamentar e diante dos primeiros momentos com a criança, porém também existe uma grande parte que não sente tudo isso e se cala de vergonha, por se achar só, mas saiba que você não está só e isso é bem mais comum do que você imagina.
Vou contar para vocês o que aconteceu comigo.
Minha gravidez foi esperada, tive uma gestação agitada pela reforma na minha casa, mas no geral foi tudo bem, preparei o todo o quartinho, fiz enxoval, Eloise foi muito esperada. Já tinha em mente que queria uma cesariana, meu pai já trabalhou em hospital e sempre me falava de como as mulheres sofriam em partos normais, que muitas crianças passavam da hora de nascer, enfim, como eu tinha medo de acontecer isso, de passar da hora de nascer, achei melhor fazer cesária.
No dia 28/12/09 segunda-feira, em mais um retorno semanal ao GO, ele me examinou e disse: ela está prontinha para nascer. Eu estava de 39 semanas, segundo os calculos do médico. Ele já sabendo da minha preferencia por cesaria me perguntou: Quer agendar a cesária para hoje? E eu disse que sim (lembra do meu medo de passar da hora??então, você acha que sabendo que ela estava pronta eu iria esperar mais?) Por fim naquele dia não tinha vaga no hospital e marcamos para o primeiro horario do dia 29/12/09.
Eu e o maridão, voltamos para casa felizes, ansiosos, e claro corremos para a casa dos avós para contar a novidade, ligamos para os mais íntimos.
Naquela segunda eu e o papai ainda fizemos uma "faxina" em casa, o papai de tão nervoso que estava queria limpar tudo, limpou até o portão, trocou uma lâmpadas, eram 23:00 ele ainda estava mexendo nas coisas, claro de ansiedade, e eu querendo dormir, eu estava bem tranquila. Dormi super bem e as 5:30 hs levantei para irmos a maternidade, deveríamos chegar as 6:00 hs.
A caminho da maternidade, comecei a sentir contrações fortes, e continuamos seguindo. O sentimento era de medo, e insegurança, estava nervosa pois as dores estavam aumentando, e eu nunca havia passado por uma cirurgia, então estava bastante nervosa.
Entramos no centro cirurgico, e adivinhem qual era o assunto?? Revellion. O anestesia super simpático, conversou bastante comigo, e logo em seguida a agulhada, adivinhem?? Vômito, muito vômito, ele se assustou, pediu que eu virasse minha cabeça, e assim foi durante todo o parto, eu passei muitooooo mal, não parava de vomitar. Maridinho filmou o parto, claro que não filmou eu passando mal.
Bom, trouxeram ela para eu a ver, senti emoção, eu estava feliz em ver seu rostinho e principalmente com a notícia do pediatra que tudo estava bem com ela. Mas eu não consegui chorar de amores, eu estava passando muito mal, e eu ainda não sabia o pior, tive reação alérgica a morfina, eu estava super hiper mega ultra inchada, fiquei umas 3 horas na sala de observação, não me lembro de nada, apesar a hora que acordei pedia para vê-la, estava preocupada, eu não tinha noção do tempo que eu estava ali, mas eu sabia que o certo era eu estar amamentando minha pequena.
Enfim, fui para o quarto e logo a trouxeram, ela estava faminta, tadinha, e pegou certinho o bico do peito, então eu senti um incomodo, mas tudo bem, vamos seguindo. Eu estava muito cansada e muito inchada, com um certo desconforto, não conseguia estar emocionado e nem vibrando e chorando de alegria.
A primeira noite foi terrível, ela chorava muito, não saia do peito, e eu chamava as enfermeiras e elas não vinham, tinha que levantar para pega-la, sentia muita dor tanto no corte, quanto no seio, percebi que ele estava querendo rachar...foi uma noite longa, e em claro.
Na segunda noite eu chorei, mas chorei de tristeza em saber que ficaria mais um dia ali, sem ajuda, sozinha para cuidar dela. Foi muito dificil, ao meu lado tinham mais duas mães que também fizeram cesária e nós não podíamos nos ajudar, estavamos todas arrebentadas.
Eu ainda não tinha sentido nenhum prazer em amamentar, ainda não tinha chorado de emoção nem de alegria (alias eu ainda nunca havia chorado na minha vida de alegria, não sabia o que era isso), mas também eu não me culpava por isso, não dava tempo de sentir culpa, ou de me cobrar alguma coisa, ou até mesmo cobrar da Eloise, mesmo tendo passado os ultimos 9 meses com ela na minha barriga e achar que já eramos íntimas, de fato éramos, mas ainda não tinhamos um laço que eu sei que temos hoje. Eu ainda não tinha dimensão desse amor, desse laço, eu não tinha a menor ideia de nada, a unica coisa que eu queria era ir para minha casa.
E em casa depois de alguns dias, quando a dor dos pontos já havia passado, quando já não doia mais para amamentar, pude sentir a emoção, o amor incondicional e o quanto aquela pequena vidinha havia transformado minha vida e seria para sempre, aquele amor seria eterno e o maior de todos.
A Eloise me ensinou a chorar de alegria e emoção por um simples sorriso.
Amamentar a Eloise foi a melhor coisa que eu fiz, ela largou sozinha do peito, eu sofri horrores, chorava muito, porque queria continuar amamentando, mas hoje vejo que foi bom ela ter largado.
É assim até hoje e cada dia melhor, a cada dia que passou fui amadurecendo, fomos nos conhecendo e hoje conheço esse amor incondicional e surreal, sei reconhecer meu instinto materno e confio nele.
Isso é maternidade real!
T AMO PRINCESA!
Todos falam sobre o amor, a emoção, alegria de receber uma criança em seus braços; do momento do parto, da alegria e satisfação de amamentar, e todos outros sentimentos mais lindos do mundo. Não duvido que algumas mães realmente só sintam satisfação e alegria ao parir, ao amamentar e diante dos primeiros momentos com a criança, porém também existe uma grande parte que não sente tudo isso e se cala de vergonha, por se achar só, mas saiba que você não está só e isso é bem mais comum do que você imagina.
Vou contar para vocês o que aconteceu comigo.
Minha gravidez foi esperada, tive uma gestação agitada pela reforma na minha casa, mas no geral foi tudo bem, preparei o todo o quartinho, fiz enxoval, Eloise foi muito esperada. Já tinha em mente que queria uma cesariana, meu pai já trabalhou em hospital e sempre me falava de como as mulheres sofriam em partos normais, que muitas crianças passavam da hora de nascer, enfim, como eu tinha medo de acontecer isso, de passar da hora de nascer, achei melhor fazer cesária.
No dia 28/12/09 segunda-feira, em mais um retorno semanal ao GO, ele me examinou e disse: ela está prontinha para nascer. Eu estava de 39 semanas, segundo os calculos do médico. Ele já sabendo da minha preferencia por cesaria me perguntou: Quer agendar a cesária para hoje? E eu disse que sim (lembra do meu medo de passar da hora??então, você acha que sabendo que ela estava pronta eu iria esperar mais?) Por fim naquele dia não tinha vaga no hospital e marcamos para o primeiro horario do dia 29/12/09.
Eu e o maridão, voltamos para casa felizes, ansiosos, e claro corremos para a casa dos avós para contar a novidade, ligamos para os mais íntimos.
Naquela segunda eu e o papai ainda fizemos uma "faxina" em casa, o papai de tão nervoso que estava queria limpar tudo, limpou até o portão, trocou uma lâmpadas, eram 23:00 ele ainda estava mexendo nas coisas, claro de ansiedade, e eu querendo dormir, eu estava bem tranquila. Dormi super bem e as 5:30 hs levantei para irmos a maternidade, deveríamos chegar as 6:00 hs.
A caminho da maternidade, comecei a sentir contrações fortes, e continuamos seguindo. O sentimento era de medo, e insegurança, estava nervosa pois as dores estavam aumentando, e eu nunca havia passado por uma cirurgia, então estava bastante nervosa.
Entramos no centro cirurgico, e adivinhem qual era o assunto?? Revellion. O anestesia super simpático, conversou bastante comigo, e logo em seguida a agulhada, adivinhem?? Vômito, muito vômito, ele se assustou, pediu que eu virasse minha cabeça, e assim foi durante todo o parto, eu passei muitooooo mal, não parava de vomitar. Maridinho filmou o parto, claro que não filmou eu passando mal.
Bom, trouxeram ela para eu a ver, senti emoção, eu estava feliz em ver seu rostinho e principalmente com a notícia do pediatra que tudo estava bem com ela. Mas eu não consegui chorar de amores, eu estava passando muito mal, e eu ainda não sabia o pior, tive reação alérgica a morfina, eu estava super hiper mega ultra inchada, fiquei umas 3 horas na sala de observação, não me lembro de nada, apesar a hora que acordei pedia para vê-la, estava preocupada, eu não tinha noção do tempo que eu estava ali, mas eu sabia que o certo era eu estar amamentando minha pequena.
Enfim, fui para o quarto e logo a trouxeram, ela estava faminta, tadinha, e pegou certinho o bico do peito, então eu senti um incomodo, mas tudo bem, vamos seguindo. Eu estava muito cansada e muito inchada, com um certo desconforto, não conseguia estar emocionado e nem vibrando e chorando de alegria.
A primeira noite foi terrível, ela chorava muito, não saia do peito, e eu chamava as enfermeiras e elas não vinham, tinha que levantar para pega-la, sentia muita dor tanto no corte, quanto no seio, percebi que ele estava querendo rachar...foi uma noite longa, e em claro.
Na segunda noite eu chorei, mas chorei de tristeza em saber que ficaria mais um dia ali, sem ajuda, sozinha para cuidar dela. Foi muito dificil, ao meu lado tinham mais duas mães que também fizeram cesária e nós não podíamos nos ajudar, estavamos todas arrebentadas.
Eu ainda não tinha sentido nenhum prazer em amamentar, ainda não tinha chorado de emoção nem de alegria (alias eu ainda nunca havia chorado na minha vida de alegria, não sabia o que era isso), mas também eu não me culpava por isso, não dava tempo de sentir culpa, ou de me cobrar alguma coisa, ou até mesmo cobrar da Eloise, mesmo tendo passado os ultimos 9 meses com ela na minha barriga e achar que já eramos íntimas, de fato éramos, mas ainda não tinhamos um laço que eu sei que temos hoje. Eu ainda não tinha dimensão desse amor, desse laço, eu não tinha a menor ideia de nada, a unica coisa que eu queria era ir para minha casa.
E em casa depois de alguns dias, quando a dor dos pontos já havia passado, quando já não doia mais para amamentar, pude sentir a emoção, o amor incondicional e o quanto aquela pequena vidinha havia transformado minha vida e seria para sempre, aquele amor seria eterno e o maior de todos.
A Eloise me ensinou a chorar de alegria e emoção por um simples sorriso.
Amamentar a Eloise foi a melhor coisa que eu fiz, ela largou sozinha do peito, eu sofri horrores, chorava muito, porque queria continuar amamentando, mas hoje vejo que foi bom ela ter largado.
É assim até hoje e cada dia melhor, a cada dia que passou fui amadurecendo, fomos nos conhecendo e hoje conheço esse amor incondicional e surreal, sei reconhecer meu instinto materno e confio nele.
Isso é maternidade real!
T AMO PRINCESA!
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quinta-feira, 11 de agosto de 2011
Quem Ama, Educa!
Super indico esse livro, do Içami Tiba. O pediatra da Elô me indicou quando ela começou a fazer birras, por volta dos 15 meses. Agora vi que tem uma versão atualizada para adolescentes.
Içami fala muito sobre a disciplina e persistencia que nós pais temos que ter, pois somos nós que erramos na educação dos nosso filhos, não é a escola, não é a igreja, somos nós.
Ele aborda também o papel dos pais, as ferramentas que temos hoje com a modernidade, e o assunto que eu mais gostei foi sobre a cidadania familiar, abaixo um dos trechos do livro:
De acordo com o conceito Cidadania Familiar, o princípio fundamental para o sucesso na interação com os filhos parte do funcionamento adequado das famílias: "A família precisa funcionar como uma equipe. Todos os membros devem fazer o melhor que podem para não sobrecarregar ninguém"- alerta o especialista. Além disso, os integrantes da família que seguem os preceitos da Cidadania Familiar, não podem fazer em casa o que não devem fazer fora dela. "Na cidadania familiar todos têm seus direitos e deveres. Assim, o filho pode incorporar os deveres e torná-los gestos naturais como, por exemplo, guardar um brinquedo no lugar após a brincadeira. Essa forma de distribuição de direitos e deveres cria a responsabilidade" - comenta Dr.Tiba.
Gostei também porque muitas coisas que ele aborda eu tenho como valores, porém não sabia como aplicar para Eloise.
Amigas, fica a dica, tenho certeza que vão gostar muito pois a leitura é fácil e dinâmica.
Se alguém tiver livros para me indicar eu super aceito, adoroooooooo indicações de livros e filmes!
Agora estou lendo Uma, Duas - Eliane Brum, assim que terminar a leitura comento com vocês.
Bjos
Içami fala muito sobre a disciplina e persistencia que nós pais temos que ter, pois somos nós que erramos na educação dos nosso filhos, não é a escola, não é a igreja, somos nós.
Ele aborda também o papel dos pais, as ferramentas que temos hoje com a modernidade, e o assunto que eu mais gostei foi sobre a cidadania familiar, abaixo um dos trechos do livro:
De acordo com o conceito Cidadania Familiar, o princípio fundamental para o sucesso na interação com os filhos parte do funcionamento adequado das famílias: "A família precisa funcionar como uma equipe. Todos os membros devem fazer o melhor que podem para não sobrecarregar ninguém"- alerta o especialista. Além disso, os integrantes da família que seguem os preceitos da Cidadania Familiar, não podem fazer em casa o que não devem fazer fora dela. "Na cidadania familiar todos têm seus direitos e deveres. Assim, o filho pode incorporar os deveres e torná-los gestos naturais como, por exemplo, guardar um brinquedo no lugar após a brincadeira. Essa forma de distribuição de direitos e deveres cria a responsabilidade" - comenta Dr.Tiba.
Gostei também porque muitas coisas que ele aborda eu tenho como valores, porém não sabia como aplicar para Eloise.
Amigas, fica a dica, tenho certeza que vão gostar muito pois a leitura é fácil e dinâmica.
Se alguém tiver livros para me indicar eu super aceito, adoroooooooo indicações de livros e filmes!
Agora estou lendo Uma, Duas - Eliane Brum, assim que terminar a leitura comento com vocês.
Bjos
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
Ganhei o Oscar!!! Uhuuuu (selinho)
Ganhei um Oscar da minha amiga Telma do blog Maternidade na medida certa!!! um cantinho muito especial que eu adoro visitar e trocar experiências, a Telma é uma mãe muito sensível e especial.
Para ganhar o selinho preciso responder um questionário sobre livros. Então vamos lá:
Por que entre tantas atividades você prefere ler?
Porque a leitura nos traz conhecimento, informação e nos faz viajar nas imaginações. Quanto mais você lê, mais você quer ler. É uma atividade que não exige dinheiro, nem lugar.
Por que gosta de ler livros físicos (na era da internet muitos leem por ela)?
Porque livro físico você carrega na bolsa, e pode ler em qualquer lugar, e no computador é muito cansativo.
Por que comprar livros?
Livros, cd e cônjuge a gente nunca empresta. kkk
Mas é verdade, embora quando me peçam dependendo da pessoa eu cedo e empresto. Mas livro é um investimento, uma preciosidade que devemos guardar.
De onde vem o interesse pela leitura?
Minha mãe adora ler, eu sempre a via lendo algum livro, então aprendi, ler é um hábito. Quero incentivar a Elô a ler também, já estou fazendo isso, ela tem vários livrinhos adequados para a idade dela.
Você lê o que está na moda, ou segue algum escritor que te agrada?
Eu leio muito livros indicados por amigos. Gosto muito de romances, estou lendo agora Uma, Duas - Eliane Brum, o pediatra da Elô que me indicou. Quando acabar a leitura indico para vocês.
Ler um livro atras do outro faz bem?
Faz, só não gosto de ler mais que um de uma só vez.
Uma música que te marcou muito
São várias, cada momento da minha vida me vejo numa música, atualmente tenho escutado bastante: Eu me rendo - Renascer Praise. Lindaaaaaaaaaaaaa!!!
Livros que nunca vai esquecer
Sobre maternidade até agora é Quem Ama, Educa! - Içami Tiba, Mulheres Geradoras de Vidas - Cláudia Guimarães (li na gestação), Bíblia.
Dizer porque acha que ganhou o selo
A Telma é uma amiga virtual e muito real, somos muito parecidas, então é claro que eu também gosto de livros, ela não poderia errar!! Adorei ser lembrada nesse momento muito especial.
Indicar 5 amigas:
Marcella: monmaternite.blogspot.com
Jana: maedeguilherme.blogspot.com
Genis: mamaegenis.blogspot.com
Ligia: nanamamaenana.blogspot.com
Pri: priska86.blogspot.com
Bjos a todas amigas!!!
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
Como é conviver com animais desde cedo!
Companheiras de todas as horas!
Mamãe e filhinha passeando...
Uma conversa séria de vez em quando faz parte....
Amigas, olham nos olhos!
A Elô e suas filhas...Acharam a Babalu???
Babalu olhando os brinquedos enquanto tomam sol, vai que alguma boneca resolve fugir?!
Quem nasceu primeiro? A Babalu.
Logo que casamos eu queria uma companhia, pois o Jr ainda estudava a noite, então ganhei a Babalu (shitzu) da minha mãe, ela parecia um bombom quando chegou em casa!
Durante toda a gravidez ela foi super carinhosa comigo e logo que chegamos em casa com a Eloise ela correu no meu colo e deu as boas vindas para a Elô. Como? Dando um cheio na cabecinha dela e uma "meia lambida" kkkk
Em todos os momentos Babalu esta presente, em todas as fotos que tiramos da Elô sempre aparece uma cabecinha branca escondida, é ela.
Vou confessar uma coisa: Já teve dias de eu querer sumir com a Babalu, porque dá um trabalhão ter bebê e uma cachorrinha que se acha bebê (ou nós a fazemos achar que é um bebê), mas é recompensador ver a amizade delas, vale a pena!
Nossa família se resume em 4: Papai, Mamãe, Eloise e Babalu!!
Bjos amigas e bom final de semana!!!!!!!!
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
Cuspiu pra cima, cai na testa amiga!
Eu sempre reparei em crianças com o nariz sujo de meleca, toda ranhentinha, tinha pavor!! E falava: credo que nojo, porque a mãe não limpa o nariz dessa criança. Meus filhos nunca irão sair assim de casa.
Ai ai ai, boca santa!! Só que ninguém tinha me contado que crianças DETESTAM limpar o nariz e são muito mais práticas e rápidas que nós!
Pois bem, só tenho 1 filha, ela é ranhentinha, e quando vejo, antes mesmo de eu pensar eu pegar o lenço e limpar, ela já passou a manga da blusa no nariz!!!!!!
Aí fica aquela manga toda suja, a meleca se arrasta até as buchechas e sempre fica uma durinha no nariz que não saiiiiiiiiiiiiiii, e ela não deixa eu tirar a força!! Só um banho e um bom vapor para conseguir tirar a tal meleca do nariz.
Paguei minha lingua!!!Por isso agora acho tudo lindo no filho dos outros. Se a criança esta toda sujinha e ranhentinha eu falo: olha só que coisa mais linda. Se a criança esta jogada no chão fazendo birra, eu falo: ahhhhhhh que belezinha, owwwwwwwwwww fase boa!
Ta vendo? Vivendo e aprendendo!!!
Ai ai ai, boca santa!! Só que ninguém tinha me contado que crianças DETESTAM limpar o nariz e são muito mais práticas e rápidas que nós!
Pois bem, só tenho 1 filha, ela é ranhentinha, e quando vejo, antes mesmo de eu pensar eu pegar o lenço e limpar, ela já passou a manga da blusa no nariz!!!!!!
Aí fica aquela manga toda suja, a meleca se arrasta até as buchechas e sempre fica uma durinha no nariz que não saiiiiiiiiiiiiiii, e ela não deixa eu tirar a força!! Só um banho e um bom vapor para conseguir tirar a tal meleca do nariz.
Paguei minha lingua!!!Por isso agora acho tudo lindo no filho dos outros. Se a criança esta toda sujinha e ranhentinha eu falo: olha só que coisa mais linda. Se a criança esta jogada no chão fazendo birra, eu falo: ahhhhhhh que belezinha, owwwwwwwwwww fase boa!
Ta vendo? Vivendo e aprendendo!!!
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