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Lilypie Second Birthday tickers

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Tapas, birras, chiliques e afins...

Como eu poderia imaginar aquela bebê tão doce, tão meiga, tão graciosa, poderia um dia me dar um tapa, se jogar no chão e fazer uma birra. Meu Deus!!!!!!!!!Que situação!!!! O pior é ouvir dos meus pais e avós: (risos) Você era igualzinha! Como se a birra fosse algo engraçado e lindo e óbvio porque eu também era assim, então é natural que a minha filha também será. Nãoooooooooooooooooooooo.

Não é normal, não podia aceitar isso, eu fui filha única por muito tempo e minha mãe me mimava demais, essa era minha justificativa. Mas a Eloise não será birrenta, não tem motivos, ela não é super mimada, ela não fica com os avós para a mimarem, ela vai na escola, nós pais somos firmes com ela, já li vários livros, sei como lidar com a situação, isso não vai acontecer. Pura ilusão, nem os conselhos, nem os livros, nada me livrou de passar por esse constragimento.

Exatamente hoje ela completa 1 ano e 4 meses, e desde 1 aninho começou com as birras, e há aproximadamente 3 meses quando começou a falar: não, ninguém a convence quando não quer algo, como pode um ser tão pequeno ter opiniões próprias, a Eloise tem uma personalidade fortíssima. Mas ignorancia minha pensar assim, ela é uma criança, um ser único e tem sim suas próprias vontades e eu terei que respeitar (mais tarde) ela tem frustrações, medos e inseguranças como eu tenho, só que ela ainda não sabe canalizar isso, ela não saber expressar, verbalizar e por isso tem os chiliques.

Se eu ouvir os conselhos meus pais é: um tapinha na hora certa e sem machucar não vai fazer mal, porque você foi criada assim e deu certo. Mas eu fico pensando, ela é muito pequena, será que vai resolver? Castigos então não consigo nem imaginar colocando uma bebê no quarto trancada ou ficar sentada sem fazer nada.
Li um livro que aconselhava a, quando a birra começar, você ignora, fala uma ou duas palavras do tipo: Para com isso! E sai de cena. Eu já fiz isso e deu certo, estava feliz achando que havia encontrado uma maneira de dominar a situação. Eis que hoje li um artigo sobre isso e a opinião deles é que você não deve sair de cena e deixar a criança, pois ela se sentirá abandonada, você precisa ficar ao lado dela até passar a crise.
E AGORA?????????????????????????????????? O que fazer? Por favor mães, me ajudem, o que vocês fizeram que deu certo?

segunda-feira, 18 de abril de 2011

E a culpa volta a bater na minha porta

Socorro, ela esta me perseguindo constantemente, hoje achei que iria surtar.

A Elô teve uma recaída com a renite sábado, ontem começou com febre, passou a noite inteirinha tossindo e com febre, hoje cedo acordo com a dita culpa: ir ou não ir trabalhar. Normalmente nesses casos eu não vou para cuidar dela, acontece que sexta-feira eu já não pude ir por conta de uma micro cirurgia que precisei fazer (tirei algumas pintas, inclusive do rosto), aiiiiiiiiiiiiiiiiiii fui trabalhar e deixei a Elô com minha mãe.

Me acho uma maedemerda quando faço isso, e vivo em constantes pensamentos se estou fazendo certo, me questionando sobre minhas escolhas e me justificando o tempo todo.
Acontece que ao contrario de muitas pessoas, eu não tive escolhas eu voltar ou não para o trabalho, eu precisei voltar, meu salário tem uma contribuição considerável no nosso orçamento, não voltei para me realizar profissionalmente, ou por necessidade de contiuar minha vida, porque eu não vejo minha vida sem ela, e nessas eu me desdobro para compensar tudo que eu queria estar fazendo com ela.

Carrego a culpa também, porque sempre planejei que queria ser uma mãe como a minha mãe foi para mim, que sempre abriu mão de tudo pelas filhas, e me frustei ao não conseguir fazer o mesmo.

Só que quando a culpa chega, meu corpo "fala" fico mto mal de saúde, esses dias até o tal do "bruxismo" chegou em casa. SOROCORRO

SERÁ QUE EXISTE MÃE SEM CULPA?????????

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Maternidade Real

Maternidade Real é...

Assumir que dói....
Deixar o filho chorando na escola e ir trabalhar (trabalhar porque você precisa, não por satisfação pessoal, queria encontrar com essa tal pessoa que inventou o feminismo, para ela me ensinar como viver nos dias de hoje);
Ver sua cria queimando de febre ou doentinho e você não poder tirar aquela dor dele;
Quando você deixa-o com os avós e descobre que ele nem sentiu sua falta ou pior ainda quando prefere o colo da avó (eu quero morrer, rsrs);
Eu sei que autonomia é bom para eles, etc..etc.. Mas dói quando você vê aquele ser tão pequeno já fazendo coisas sozinhos, independente, sem precisar de você;
Não receber mais ligações dos seus amigos, convidando para um programa no final de semana;

Assumir que mudou...
TUDOOOOOOOO
Seu relacionamento com seu parceiro nunca mais será o mesmo, pois vivemos em crises existenciais em ser mãe e ser mulher;
Seu corpo não é mais o mesmo, seu seio mudou por você ter amamentado, mas nem por isso você não amamentaria mais uns 5 bebês se for preciso.
Nós engordamos, muitas tem o privilégio de conseguirem voltar ao peso normal, seja por disciplina, genética, ou tratamentos estéticos, o fato é que esse privilégio é para poucas.
Seu relacionamento social não é mais o mesmo, você não consegue mais conciliar saidas com os amigos com um filho doente, ou mesmo porque no meu caso, tenho pouco tempo para ficar com minha filha, então no meu tempo livre, prefiro ficar com ela;

Assumir que é um erro...
Achar que mãe que teve parto normal é mais mãe do que a mãe que teve parto cesária, afinal de contas, o parto normal não é tão normal assim, e o parto cesária também dói e tem seus sacrifícios.
Que mãe é tudo igual.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Cordão Umbilical

Quero compartilhar com vocês uma mensagem que recebi quando ainda estava gravidinha, choreiiiiiii, choreiiiiiiii, choreiiiiiiiii quando eu li, porque ainda não consegui cortar o cordão umbilical com a minha mãe. Hoje ao ler novamente, sendo mãe, choro também porque como é dificil cortar esse cordão, mas é necessário!!
Boa leitura!
Deus é perfeito e faz tudo com perfeição!
Costumo dizer que todas as lições que precisamos aprender para bem viver estão nas coisas simples da vida.  É suficiente abrirmos os olhos, que sejam físicos, que sejam do coração.
 
Uma criança está ligada à mãe pelo cordão umbilical em um tempo normal de nove meses.
Passado esse período, essa ligação já não é mais benefício, mas, ao contrário, representa um perigo de vida para os dois.
É maravilhoso perceber que Deus estabeleceu um tempo para que um novo ser humano possa começar sua independência.

Há pais que vivem a vida inteira e não se dão conta disso.
Eles querem carregar seus filhos nas costas, a fim de evitar sofrimentos  e pensam fazer isso por amor.  Mas o que é amar?
 
Amar é saber a hora certa de cortar o cordão umbilical.
Fazendo tudo por nossos filhos, nós os sufocamos e os deixamos despreparados para a vida.
Nosso medo é que eles sofram.
E daí?  Quem não sofre? Quem pode evitar esse caminho?

Amar não é correr o tempo todo atrás das nossas crianças para evitar que caiam,  mas estar ao lado delas cada vez que caírem para sanar os ferimentos e dar apoio, um abraço,  um beijo,  uma simples presença.
 
Deus, que é nosso Pai maior e conhecedor de todas as coisas, também permite que passemos por caminhos difíceis, às vezes mesmo quase insuportáveis e Ele não nos ama menos por isso.
Nós damos muito mais valor às coisas que obtemos com dificuldade e o Senhor sabe disso.
Mesmo Jesus conheceu a fome, sede, dor e angústia.
E Ele é o Filho do Rei, ele é perfeito...
Amar não é construir no lugar dos nossos filhos, é ensiná-los o valor de construir e o prazer de ver o resultado.

É ensiná-los que a vida não nos oferece tudo e que na maioria das vezes precisamos lutar para alcançar as coisas, precisamos passar por sacrifícios,  nos resignar e aceitar que não somos perfeitos,  mas que dentro da nossa imperfeição,  podemos dar o melhor de nós.

Não podemos criar nossos filhos numa redoma de vidro,  por que não somos eternos e por que isso seria injusto para eles.
Crianças superprotegidas serão adultos mancos para a vida toda  e correm o risco de sofrer muito mais do que aqueles que cedo aprenderam que não importa se a gente cai e se machuca,  a gente se levanta sempre e pode recomeçar cada vez.
Às vezes o maior presente que podemos dar aos nossos filhos é deixar que caminhem sozinhos,
que façam suas experiências,  que experimentem as lágrimas e o gosto do sal, as decepções das derrotas e o grandioso sabor das vitórias.
Amar é libertar.
Mesmo se isso dói em nós...

terça-feira, 5 de abril de 2011

A escolha do pediatra

E agora??????? Quem vai cuidar da saúde do bebê???

Antes da Eloise nascer minha sogra me fez essa pergunta, eu disse que ainda não tinha pensado nisso, então ela me indicou o médico que foi pediatra do meu marido, me fez uma lista das vantagens que eu teria, porque ele era do convênio, ele tem experiência (mas estava desatualizado), ele cuidou muito bem dos meninos, etc...etc..etc..
Como minha familia não é de Sorocaba, não tinhamos muito conhecimento dos médicos daqui a não ser da pediatra que cuidou da minha irmã, porém ela havia se mudado para o RJ.
Fui então no tal pediatra que minha sogra indicou, ele acompanhou a Eloise até ela ter uma doença séria e eu não ter a presença dele, por volta dos 10 meses. Eu não tinha muita empatia com ele, mas como a Eloise tinha uma saúde de ferro, não me importei em procurar outro, fiquei acomodada. Até que a Eloise começou a ter uns resfriados, eu sempre entrava em contato e ele nunca podia me atender, sempre me encaminhava para o pronto socorro.
Até que uma bela madrugada peguei a Elô no berço queimandooooo de febre, ai corri mesmo para o pronto socorro, ela foi medicada e a médica estava morrendo de sono e não sabia direito o que fazer com ela, logo que o dia amanheceu, liguei para o "pediatra" e a secretaria simplesmete informou que ele havia saído de férias, então eu perguntei: tá, e quem esta no lugar dele? Ele deixou o telefone de um outro pediatra de confiança?? Ela respondeu: Não, ele volta daqui 15 dias.
Afffffffffff! Pra mim foi o que bastou, eu havia estado em consulta com ele a uma semana, custava ele me dizer que sairia de férias e me deixar alguma recomendação para em caso de emergência?????

Então levei a Eloise em um pediatra que um casal de amigos me indicaram, porém ele não atendia pelo convênio, e a consulta caríssimaaaaaa, mas não pensei duas vezes, e levei. Foi como uma luva, um médico super atencioso, ele diagnosticou o problema da Eloise, o que outros médicos chamavam de gripe, ele diagnosticou uma pneumonia atípica. Depois da consulta, todas as vezes que precisei, que tive uma dúvida, ele me atendia no celular, na casa, enfim, sempre me deu toda assistencia, e a saúde da Eloise esta ótima (agora ela esta com a renite atacada) mas estive em consulta com ele ontem e já me deu toda orientação no que fazer, ele sempre consegue me acalmar, sempre me pergunta o que eu acho da situação, não briga quando dou por conta própria um remedinho (desses caseiros) ele confia no meu instinto de mãe, me dá varias dicas, livros para ler, enfim, além de acompanhar a saúde da Eloise, ele se preocupa com a educação dela. AMEI, não troco ele por nenhum outro. Ao conversar com minha amigas sobre esse assunto sempre digo que vale observar as seguintes coisas:
Empatia: mamãe você tem que gostar e confiar no médico, senão nada feito.
Disponibilidade: poder encontrar o médico a qualquer hora e em qualquer lugar com certeza nos deixa mais tranquila, mas é preciso contar com o imprevisto – seu pediatra deve ter um profissional de confiança para substituí-lo se for necessário (foi o que não aconteceu no meu caso)
Interesse: não há nada mais irritante do que um médico que não olha na sua cara, não examina direito a criança e chama sua atenção como se fosse o Rei, O Sabe Tudo, Todo Poderoso, ignorando sua opinião e seus sentimentos, como por exemplo: eu não consigo fazer inalação na Eloise, e ponto. O médico entendeu e me deu outra alternativa. Ele não chamou minha atenção e nem me questionou do porquê.

Qual a experiência de vcs na escolha do pediatra?

Bjosssssss